segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
“Sou tricolor de coração, sou do Clube tantas vezes campeão...”, assim tem início um dos mais belos hinos do futebol brasileiro de autoria de Lamartine Babo. Foi esse estandarte da música brasileira, unida a história de glórias, que fez do Fluminense carioca uma das mais tradicionais equipes do país. Suas conquistas e seus dramas fizeram de seus apaixonados torcedores, verdadeiros guardiões do manto Tricolor com pó de arroz. Contagiados e envolvidos nessa magia, foi que dois jovens no Povoado Horta, resolveram fundar uma equipe, a qual o nome homenagearia o primo rico das laranjeiras.
É bem verdade, que inicialmente o nome poderia ser outro. Hélio Amorim e Zé Raimundo conhecido por Batatinha, torcedores do Botafogo e Fluminense respectivamente, ficaram em um dilema: como chamar o time a ser fundado? Como em Lagarto já existia um Botafogo, o de Hermógenes Andrade, em consenso e anestesiados pela aurora tricolor, resolveram fundar e nomear a equipe em novembro de 1980, de Fluminense, e assim, rememorar o clássico vovô do Rio de Janeiro em terras lagartenses.
sábado, 26 de dezembro de 2015
Ronaldo Chagas*
“E que a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guarde o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus. ”
Filipenses 4:7
O que essa palavra representa para você? Particularmente não sei, mas não seria essa a oportunidade de dar e receber presentes? Uma ocasião esperada para êxito do comércio? O período tão aguardado para rever amigos e familiares?
A esperança do necessitado em receber sua cestinha de alimentos e alguma lembrancinha para os filhos? O momento ansiosamente esperado por famosos, empresas e instituições religiosas de se tornarem muito mais conhecidos e aplaudidos pelas campanhas que realizam em favor dos pobres?
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Por: Caroline Menezes*
Há alguns anos nossa sociedade vem perdendo cada vez mais os seus valores, poucos são os que visam à organização e interação social. Antes não existia tanta futilidade, achar que ser correto é vergonhoso, dar real valor a aquilo que agregue algo importante para toda sociedade. Pela moralidade, pelos bons costumes e pelo respeito às diferenças, gostaria que os valores herdados e passados por essa figura regressassem ao nosso dia a dia.
Estou falando de Maria Auxiliadora Carvalho de Menezes, carinhosamente e popularmente conhecida por Dona Solinha. Uma mulher respeitada e admirada por todos que já tiveram a oportunidade de conhecê-la pessoalmente. Mesmo os mais distantes, sabem de sua importância e de sua integridade, pois são poucos os lagartenses que nunca ouviram falar neste nome.
domingo, 15 de novembro de 2015
Se um dia a história do futebol em Lagarto ganhar as páginas de um livro, certamente um capítulo da obra deverá ser dedicado a Marco Polo do Nascimento.
Após um ano de esquecimento, as emoções do Campeonato Amador de Lagarto estão de volta, com elas, a mobilização das comunidades para manter acesa a chama de uma paixão que rompe gerações. É bem verdade que apesar das iniciativas que são tomadas para o fortalecimento da competição, a mesma não consegue ter a empolgação dos anos iniciais, quando as praças esportivas eram tomadas pelos amantes do esporte.
Pelos idos de 1986 surgia o primeiro Campeonato Amador de Lagarto, criado pela LIGA. Mas, a história do amadorismo remete a década de 30 quando há registros das primeiras agremiações. Porém, foi a partir da metade do século XX que esse esporte ganhou um maior espaço, marcando decisivamente a sociedade lagartense.
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
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| imagem google |
Por: Ana Laura e Gabriela Santana*.
O filme “O pianista”, dirigido por Roman Polanski, tem como personagem protagonista Wladyslaw Szpilman, um pianista judeu e polonês que vivenciou a Segunda Guerra Mundial e viu a Polônia ser invadida em primeiro de setembro de 1939. A segunda Guerra Mundial a princípio duraria pouco tempo, entretanto estendeu-se por longos e duradouros seis anos, tempo em que os Judeus suportaram “viver” em situações precárias e desumanas.
Vale ressaltar que na trama a vida que antes era tranquila e normal acabou se tornando conturbada e sofrida com a guerra. Intolerantes e com diferentes modos de pensar os nazistas alemães agiam com toda a sua crueldade com os judeus. Naquela época a cidade de Varsóvia vivia um grande momento de destruição que jamais seria esquecido na mente das pessoas que sobreviveram.
É compreensível no filme que a família simples do pianista foi totalmente abalada com o início da guerra, mesmo vivendo pequenos momentos de esperança com a notícia que a França e a Inglaterra declarariam guerra aos alemães. Todavia, esses momentos foram breves, pois os nazistas em pouco tempo dominaram Varsóvia trazendo consequências nefastas aos judeus, como excluírem de lugares públicos (cafés, praças, restaurantes), e os obrigando a usarem emblemas, identificando-os como se fossem animais.
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- Renato Araujo Chagas, graduado em História pela Universidade Federal de Sergipe.
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