domingo, 7 de dezembro de 2014
Por: Maria Paula¹
“Eu tenho um sonho. O sonho de ver meus filhos julgados por
sua personalidade, não pela cor de sua pele. Aprendemos a voar
como os pássaros, a nadar como os peixes, mas não
aprendemosa simples arte de vivermos juntos como irmãos.”
Martin Luther King
O dia da consciência negra, criado com objetivo de homenagear a etnia, visa combater o preconceito racial que persiste nas escolas, no mercado de trabalho e até mesmo no meio publicitário. A data foi escolhida em memória de Zumbi dos Palmares, grande mártir da escravidão no Brasil e – ironicamente – “proprietário de escravos raptados que trabalhavam forçadamente no Quilombo dos Palmares” (NARLOCH, 2011).
Em pleno século XXI, o racismo continua sendo comum nos mais diversos cenários, mesmo com todos os esforços do governo e de diversas organizações presentes por todo o país, que é vastamente miscigenado.
Na Declaração sobre a Raça e Preconceitos Raciais de 1978, consta que todos pertencem à mesma espécie e descendem da mesma origem, sendo integrantes da humanidade iguais em dignidades e direitos.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Por: Thaiane Santana*
Quando éramos crianças e não sabíamos colorir, não importávamos com as cores dos desenhos. Não importávamos com as cores das peles dos bonecos; havia tantas cores, por que não usar? Era tão fácil: só pegar o giz de cera e colorir como quiséssemos, sem padrões para seguir.
Quando crescemos um pouco mais, passamos a colorir de acordo com o que nos ensinam e com o que vemos. Assim, nossos bonecos antigamente verdes, viram loiros, rosados e com olhos azuis.
Além disso, quando estamos mais velhos e temos consciência de nossas ações, nossos desenhos tomam formas e cores como as de quem as pintam. Passamos a ter uma base, um modelo fixo e qualquer alteração é totalmente rejeitada.
Quando éramos crianças e não sabíamos colorir, não importávamos com as cores dos desenhos. Não importávamos com as cores das peles dos bonecos; havia tantas cores, por que não usar? Era tão fácil: só pegar o giz de cera e colorir como quiséssemos, sem padrões para seguir.
Quando crescemos um pouco mais, passamos a colorir de acordo com o que nos ensinam e com o que vemos. Assim, nossos bonecos antigamente verdes, viram loiros, rosados e com olhos azuis.
Além disso, quando estamos mais velhos e temos consciência de nossas ações, nossos desenhos tomam formas e cores como as de quem as pintam. Passamos a ter uma base, um modelo fixo e qualquer alteração é totalmente rejeitada.
sábado, 15 de novembro de 2014
“Quem é o campeão dos campeões, que no gramado mantém sua glória, é a Desportiva Confiança, dos operários tem o nome a vitória”. Esse é um trecho do hino de uma equipe que conquistou milhares de fãs em todo Estado de Sergipe. Seus feitos fizeram com que, uma geração apaixonada pelo esporte, pudesse centrar seus olhares para o futebol de nossa terra, buscando uma maior e necessária valorização.
Foi com esse pensamento de valorização do esporte local, e amor ao time da capital sergipana, que jovens (acometidos pelo calor provocado pela chama do Dragão proletário e encobertos pelo manto azul e branco), fundaram no dia 03 de Julho de 1977, Associação Desportiva Confiança de Futebol Amador, na cidade de Lagarto. O Dragão da Rua da Caridade, como era popularmente e orgulhosamente conhecido.
sábado, 13 de setembro de 2014
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| Imagem google |
Por: Thaiane Santana*
Após terminar minha leitura de O Diário de Anne Frank, fiquei encarando o livro, angustiada com o final e com o triste fim da pobre menina de 13 anos. Antes de começar a leitura, eu já sabia do trágico acontecimento que arremataria sua família, mas não achei que me apegaria à menina Frank a ponto de desejar que o destino fosse um pouco melhor com todos eles. Achei muitas características em comum com Anne que seria até um pouco egocêntrico de minha parte citá-las aqui, e ainda compartilhamos o mesmo amor pela leitura e pela escrita.
Anne era uma menina comum que só teve a má sorte de viver durante a Segunda Guerra Mundial, quando Hitler estava liderando a Alemanha e lutando contra todos aqueles considerados “impuros” ou indesejados, que incluía judeus, homossexuais e pessoas de pele mais escura. E para a infelicidade de Anne, sua família se encaixava no grupo dos judeus, o que os obrigou a se esconder do ódio que a Alemanha irradiava às pessoas como eles na época.
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- Renato Araujo
- Renato Araujo Chagas, graduado em História pela Universidade Federal de Sergipe.
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