sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
![]() |
| Em pé: Edson, Quincas, Carlé, Eduardo, Gilson, Marcos, César e Beto. Agachados: Pedro, Buião, Edilson, Gordo, Pedrinho. |
Palmeiras da Cidade Nova: uma página em especial na história do futebol amador de Lagarto.
Quem não já ouviu falar que o futebol é paixão Nacional? Desde criança aprendemos e propagamos esse fascínio. Nesse contexto, Lagarto não fica de fora. Assim, desde cedo também difundimos a velha máxima: o lagartense é apaixonado por esse esporte. No entanto, os papa-jacas incorporam além da magia, o ímpeto acalorado entre elogios e cobranças contundentes com seus representantes. Essa paixão desenfreada pelo futebol é perceptível nos jogos dos seus times profissionais, sejam nos campos ou nas quadras.
Mas, essa influência não está apenas direcionada ao profissionalismo, por anos o futebol amador na cidade foi cenário de grandes públicos, causando um verdadeiro êxodo de torcedores pelos povoados. Entre as equipes que marcaram de maneira positiva o amadorismo em Lagarto, destaca-se o Palmeiras da Cidade Nova. Time que mandava seus jogos no tradicional Galo Assanhado, palco de grandes partidas, onde jogadores de alto nível desfilavam seus talentos para uma torcida entusiasmada.
sábado, 21 de dezembro de 2013
Por: JOSÉ UESELE OLIVEIRA NASCIMENTO
A realidade social brasileira nunca mais será a mesma pós-1930, quando um novo elemento de difusão começava a sustentar a “ideologia” do poder daquela época. Imperceptivelmente uma nova “voz” começava a penetrar os lares brasileiros e a moldar suas concepções.
Pode parecer engraçado, mas o governo Vargas ao passo que fazia uso da censura para barrar a publicidade adversa a sua imagem pública, utilizou-se destes mesmos meios para enaltecer sua figura política – assim, ele se tornaria o “pai dos pobres”, sendo uma verdadeira ‘mãe’ para a classe elitista de seu tempo.
Não podemos deixar de lado aqui a crueza com que foi tratada a nossa educação, nesse período sombrio de controle social e ideológico. Apesar de ter existido em 1932, o “Escolanovismo”, movimento que buscou dar passos largos no sentido da inovação educacional brasileira, foi a certo ponto insuflado pelo Governo Vargas que incitou a adoção de livros para promover sua imagem pública.
A realidade social brasileira nunca mais será a mesma pós-1930, quando um novo elemento de difusão começava a sustentar a “ideologia” do poder daquela época. Imperceptivelmente uma nova “voz” começava a penetrar os lares brasileiros e a moldar suas concepções.
Pode parecer engraçado, mas o governo Vargas ao passo que fazia uso da censura para barrar a publicidade adversa a sua imagem pública, utilizou-se destes mesmos meios para enaltecer sua figura política – assim, ele se tornaria o “pai dos pobres”, sendo uma verdadeira ‘mãe’ para a classe elitista de seu tempo.
Não podemos deixar de lado aqui a crueza com que foi tratada a nossa educação, nesse período sombrio de controle social e ideológico. Apesar de ter existido em 1932, o “Escolanovismo”, movimento que buscou dar passos largos no sentido da inovação educacional brasileira, foi a certo ponto insuflado pelo Governo Vargas que incitou a adoção de livros para promover sua imagem pública.
domingo, 10 de novembro de 2013
Por José Uesele Oliveira Nascimento
A sociedade moderna foi aprisionada pelo tempo. E até hoje sofremos as agruras desse acontecimento, pois o relógio, responsável direto pela materialização do tempo nos escravizou por meio da alienação cotidiana.
Na Pré-história, a natureza controlava as ações humanas, o homem primitivo era um ser dependente dela, o dia claro era destinado a caça de animais e coleta de frutos silvestres e a noite a caverna era o seu refúgio do mundo exterior - o tempo era natural. E foi da observação do movimento dos corpos celestes, que nasce a noção de “tempo mecânico”.
Sem dúvida, o que distanciou a sociedade ocidental (com seu ritmo frenético) da sociedade oriental (em meio a sua passividade temporal), ao longo da história foram suas concepções particulares de entender o tempo e de se comunicar com espaço social visível.
A sociedade moderna foi aprisionada pelo tempo. E até hoje sofremos as agruras desse acontecimento, pois o relógio, responsável direto pela materialização do tempo nos escravizou por meio da alienação cotidiana.
Na Pré-história, a natureza controlava as ações humanas, o homem primitivo era um ser dependente dela, o dia claro era destinado a caça de animais e coleta de frutos silvestres e a noite a caverna era o seu refúgio do mundo exterior - o tempo era natural. E foi da observação do movimento dos corpos celestes, que nasce a noção de “tempo mecânico”.
Sem dúvida, o que distanciou a sociedade ocidental (com seu ritmo frenético) da sociedade oriental (em meio a sua passividade temporal), ao longo da história foram suas concepções particulares de entender o tempo e de se comunicar com espaço social visível.
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Quando surgem os primeiros raios de sol na movimentada Lagarto, seus moradores cumprem um ritual. Entre bocejos, ainda em suas camas, ou ao pé do fogão ligam os seus rádios, uns à pilha, outros com maior sofisticação. Ao som da viola, canções sertanejas ou aos cochichos, modas e fofocas do cotidiano lagartense. Esporte, novelas, a casa que foi roubada, a briga de casal que acordou a vizinhança, o carro fumacê, os fogos de artifício ao romper da madrugada. Tudo em um curto espaço de tempo, do entardecer ao amanhecer do dia seguinte. Às 6 da manhã já é hora dos programas jornalísticos, a agitação política está em primeiro lugar. É um puxa daqui, puxa dali, informações opostas e um dilema: acreditar em quem? Os ouvintes vão aceitando as que mais lhes convém.
domingo, 27 de outubro de 2013
Por: José Uesele e Renato Araújo
“Rádio, Universidade e Sergipanidade” assim foi intitulado um projeto do departamento de história da UFS, que ganhou corpo e alma através do programa RELICÁRIO CULTURAL que foi levado ao ar em 125 programas pela juventude FM nas manhãs de sábado em Lagarto. No intuito de dar voz e oportunidade aos artistas locais sejam eles conhecidos ou anônimos do cotidiano lagartense. Cantores, poetas, escritores, repentistas, pessoas que de diferentes formas definem um jeito particular de ser sergipano, desfilando seus talentos e nos enchendo de orgulho ao enaltecer nossa identidade e reforçando nosso bairrismo característico, traduzidos pelos sentimentos de sergipanidade e lagartinidade tão ao gosto daqueles que amam e valorizam seu torrão comum.
“Rádio, Universidade e Sergipanidade” assim foi intitulado um projeto do departamento de história da UFS, que ganhou corpo e alma através do programa RELICÁRIO CULTURAL que foi levado ao ar em 125 programas pela juventude FM nas manhãs de sábado em Lagarto. No intuito de dar voz e oportunidade aos artistas locais sejam eles conhecidos ou anônimos do cotidiano lagartense. Cantores, poetas, escritores, repentistas, pessoas que de diferentes formas definem um jeito particular de ser sergipano, desfilando seus talentos e nos enchendo de orgulho ao enaltecer nossa identidade e reforçando nosso bairrismo característico, traduzidos pelos sentimentos de sergipanidade e lagartinidade tão ao gosto daqueles que amam e valorizam seu torrão comum.
Assinar:
Postagens (Atom)
Quem sou eu
- Renato Araujo
- Renato Araujo Chagas, graduado em História pela Universidade Federal de Sergipe.
Total de visualizações
Arquivo do Blog
- jul. 06 (3)
- jul. 20 (1)
- set. 11 (2)
- out. 03 (1)
- out. 06 (1)
- out. 08 (1)
- out. 27 (1)
- nov. 04 (1)
- nov. 10 (1)
- dez. 21 (1)
- dez. 27 (1)
- jan. 11 (1)
- jan. 16 (1)
- fev. 06 (1)
- fev. 12 (1)
- mar. 05 (1)
- mar. 14 (1)
- mar. 31 (1)
- mai. 10 (1)
- mai. 24 (1)
- jul. 23 (1)
- ago. 13 (1)
- set. 06 (1)
- set. 13 (1)
- set. 20 (1)
- nov. 15 (1)
- dez. 03 (1)
- dez. 07 (1)
- mai. 20 (1)
- jul. 08 (1)
- set. 17 (1)
- nov. 15 (1)
- dez. 04 (1)
- dez. 26 (1)
- jan. 04 (1)
- mai. 14 (1)
- mar. 01 (1)
- abr. 12 (1)
- mai. 29 (1)
- jun. 19 (1)
- jun. 22 (1)
- jun. 26 (1)
- jul. 04 (1)
- jul. 10 (1)
- abr. 25 (1)
- mai. 14 (1)
- jul. 30 (1)
- ago. 17 (1)
- out. 03 (1)
- jun. 21 (1)
- jun. 23 (1)
- ago. 31 (1)


